Oficina Kotiria - segundo dia: projeto PDPI, computador e internet

Oficina Kotiria - segundo dia: projeto PDPI, computador e internet

Dia 12 - Segundo dia Oficina
“Nós somos kotiria e não vamos deixar de ser por utilizar as tecnologias dos brancos” (Ediberto Teixeira)
Perguntas trabalhadas nos trabalhos em grupo:
1. Que tipos de conhecimentos são necessários para realizar esta atividade?
2. Quais desses conhecimentos poderão ser divulgados no livro, na fita K7, no CD e no DVD? E quais desses conhecimentos poderão ser guardados no banco de dados do Projeto de Documentação Lingüística?

Oficina Itacoatiara-Mirim VI - Encerramento: Duas leituras sobre as regras de direito autoral para os Baniwa

Oficina Itacoatiara-Mirim VI - Encerramento: Duas leituras sobre as regras de direito autoral para os Baniwa

QUAL A VISÃO DOS BANIWA SOBRE OS DIREITOS AUTORAIS? PROPRIETÁRIA, SOLIDÁRIA OU SIMPLESMENTE INDÍGENA?

Oficina Itacoatiara-Mirim V - Último dia pela manhã - Apresentação dos grupos sobre as regras de direito autoral

Oficina Itacoatiara-Mirim V - Último dia pela manhã - Apresentação dos grupos sobre as regras de direito autoral

No terceiro dia de oficina, as atividades foram retomadas na maloca de Itacoatiara-Mirim, com a apresentação dos três grupos formados para responder e discutir as seguintes perguntas relacionadas ao filme a ser produzido no âmbito do projeto Podáali:

1.O filme pode ser assistido?
2.Pode ser copiado?
3.Pode ser distribuído?
4.Outras pessoas podem ganhar dinheiro com o filme?
5.Outras pessoas podem criar nova obra a partir do filme?

Oficina Itacoatiara-Mirim IV - Segundo dia à tarde - Introdução ao sistema de direito autoral

Oficina Itacoatiara-Mirim IV - Segundo dia à tarde - Introdução ao sistema de direito autoral

A tarde do segundo dia foi dedicada a uma introdução aos direitos autorais. Pedro Paranaguá começou pelo conceito de propriedade para alcançar a noção de propriedade intelectual.

PROPRIEDADE
Com slides de cerca, animais e objetos variados, a explicação girou em torno de tudo o que pode ser materialmente apropriado pelo homem:

Oficina Itacoatiara-Mirim III - Segundo dia - Os Baniwa na Internet

Oficina Itacoatiara-Mirim III - Segundo dia - Os Baniwa na Internet

O segundo dia de oficina em Itacoatiara-Mirim foi realizado no telecentro do ISA, em São Gabriel da Cachoeira. O motivo de deslocar os participantes de sua comunidade consistiu na possibilidade de que todos pudessem manipular ou ao menos visualizar em tempo real o uso da Internet.
Na parte da manhã, Eduardo começou com uma explanação sobre a evolução das tecnologias, especialmente as da informação. Falou sobre os primeiros computadores, cujas atividades eram relacionadas à guerra:

O orgulho de ser Baniwa e a luta para não perder sua cultura - por Moises Baniwa

O orgulho de ser Baniwa e a luta para não perder sua cultura - por Moises Baniwa

Durante o debate do primeiro dia da oficina em Itacoatiara-Mirim (04/08), Moises Baniwa fez uma fala comovente sobre a importância do projeto Podáali. Abaixo segue a transcrição de suas palavras, para as quais tomei a liberdade de lhe emprestar o título que abre este post.

"Hoje em dia não temos mais o cantinho da fogueira na maloca para contar história. O tempo tá passando e a gente tem que lidar com esse tempo. Eu conversei com o meu pai e perguntei:

Oficina Itacoatiara-Mirim II - O perigo e a importância de trazer as flautas sagradas.

Oficina Itacoatiara-Mirim II - O perigo e a importância de trazer as flautas sagradas.

A tarde do primeiro dia (04/08/2008) foi o momento de discutir o projeto Podáali, cujo objetivo é criar oportunidades para a valorização, registro e transmissão de conhecimentos sobre músicas e danças tradicionais pelos Baniwa do Alto Rio Negro. No projeto foram previstas duas atividades principais: a construção da maloca na comunidade Itacoatiara Mirim e a expedição para o resgaste das flautas sagradas na extinta comunidade de Camarão, no alto rio Ayari. (Leia no final do texto, as considerações de Eduardo Viveiros de Castro sobre as atividades apresentadas).

Oficina Itacoatiara-Mirim I

Oficina Itacoatiara-Mirim I

O Fernando já havia postado alguns breves relatos sobre a oficina de Itacoatiara-Mirim. Resolvemos incrementá-los para uma maior compreensão e avaliação do trabalho lá realizado. Neste post, poderão acessar os relatos sobre a mana do primeiro dia, dedicada á apresentação dos participantes e dos projetos. O destaque fica para a comparação que os tradutores fizeram ao compararem a INTERNET com o MUNDO DOS PAJÉS.

Itacoatiara Mirim: a chegada e os participantes da oficina

Oficina Kotiria - primeiro dia: apresentação do projeto CT e os projetos dos Kotiria

Oficina Kotiria - primeiro dia: apresentação do projeto CT e os projetos dos Kotiria

Como ficou combinado com os Kotiria, no dia 08 de agosto de 2008, a equipe do Projeto de Conhecimentos Tradicionais (CT), composta por Fernando e Carolina – PPDS/ISA, mais o Eduardo Viveiros – Museu Nacional/RJ, Pedro Paranaguá – FGV/RJ e – Lucia Alberta Andrade - PRN/ISA seguiram viagem rumo ao alto Rio Waupés.

Como surgiu a parceria dos Kotiria com a equipe do Projeto Conhecimentos Tradicionais e Novas Tecnologias

Como surgiu a parceria dos Kotiria com a equipe do Projeto Conhecimentos Tradicionais e Novas Tecnologias

Foto de Lucia Alberta/2008 - na maloca da comunidade Caruru-Cachoeira, apresentação sobre a origem do computador feita pelo Eduardo

Em abril de 2006, os Kotiria fizeram uma grande reunião para planejarem as atividades do projeto com o Projeto Demonstrativo dos Povos Indígenas (PDPI/MMA) e com a Kristine Stenzel, neste processo surgiram muitas dúvidas, sobre como e por quem os conhecimentos dos velhos poderiam ser acessados.