Povos indigenas debatem a relação entre suas culturas e tecnologias, em São Gabriel da Cachoeira (AM)

 Povos indigenas debatem a relação entre suas culturas e tecnologias, em São Gabriel da Cachoeira (AM)

Povos indigenas debatem a relação entre suas culturas e tecnologias, em São Gabriel da Cachoeira (AM)
[03/04/2009 18:41]

http://www.socioambiental.org/noticias/nsa/detalhe?id=2866

Povos indigenas do Rio Negro( noroeste amazônico), do Xingu (MT) e de Roraima mostram em encontro e oficina como as tecnologias digitais e a internet podem ajudar (ou atrapalhar) a divulgar sua imagem e fortalecer seus direitos.

Equipe do ISA no Encontro de Culturas

Equipe do ISA no Encontro de Culturas

Pessoal, o povo do ISA compareceu em massa ao Encontro de Culturas.
Da esquerda pra direita: André, Gustavo, Aloisio, Adeilson, Mocotó, Lidia, Fernando, o maadzero Luis Baniwa, Eduardo Viveiros, Andreza, Bruno, Melissa, Letícia, Lucia, Rosana, Bete e Margarida.

Foto: Laure Emperaire/Pacta-IRD

"Cabeça no Futuro"

"Cabeça no Futuro"

Loja de informática em São Gabriel da Cachoeira, cuja população é cerca de 90% indígena.

Foto: Rogério Assis/Revista Pororoca

Oficina Online no Telecentro - dia 2

Oficina Online no Telecentro - dia 2

Pessoal, no segundo dia da Oficina Online, fizemos uma plenária em que cada grupo apresentou os resultados da pesquisa que fizeram na internet, na tarde anterior. Abrimos o dia com uma apresentação musical do Yapariwa Yudjá e sua flauta, e seguimos na discussão sobre a pesquisa que os Yudjá fizeram na internet.
A seguir vou reproduzir falas transcritas e editadas das nossas gravações de audio.

Apresentação Yudjá

Oficina Online no Telecentro - dia 1

Oficina Online no Telecentro - dia 1

Pessoal, este é o primeiro de uma série de posts que irão relatar o que aconteceu nesta semana de 23 a 27 de março, em São Gabriel da Cachoeira (AM). Iremos incluir os relatos e análises aos poucos, à medida que vamos revisitando os registros de áudio dos eventos.

A semana foi dividida em dois eventos: a Oficina Online sobre Conhecimentos Tradicionais e Novas Tecnologias dias 23 e 24, e o Encontro de Culturas dias 25 a 27.

Pororoca!

Pororoca!

pessoal, uma feliz coincidência que Rogério e Bruno, da revista Pororoca, estejam aqui em São Gabriel durante o encontro; vai rolar uma bela matéria sobre a cidade na proxima edição, confiram na 2a quinzena de maio, nas bancas e em www.revistapororoca.com.br
por aqui, já rolaram quatro dias de muitas conversas, online e na maloca, e uma festa especial na maloca Casa de Conhecimento Baniwa, em Itacoatiara Mirim, recepcionada pelo maadzero Luis e seu filho Moisés. Vejam abaixo e na série de posts seguintes.
Mais tarde vamos postando com calma o conteúdo das discussões.

"Hoje em dia não temos mais o cantinho da fogueira na maloca para contar história...

"Hoje em dia não temos mais o cantinho da fogueira na maloca para contar história...

"Hoje em dia não temos mais o cantinho da fogueira na maloca para contar história. O tempo tá passando e a gente tem que lidar com esse tempo." Moisés Baniwa

Maloca de Itacoatiara Mirim
Foto: Rogério Assis/Revista Pororoca

chegando no rio negro....

chegando no rio negro....

"O direito ocidental não tem direito de proteger meus conhecimentos porque não tem direito ao meu conhecimento". Mike Myers, povo Seneca

Foto: Kjersti Thorkildsen

"Conhecimento é que nem esterco, se não espalhar, não presta."

"Conhecimento é que nem esterco, se não espalhar, não presta."

Não resisti em reproduzir o post que o Alex mandou no blog de usuários de linux do ISA, a respeito de um recente livro sobre como entender a "nova internet".

O livro pode ser baixado livremente no seguinte endereço: http://paraentenderainternet.blogspot.com/

"Conhecimento é que nem esterco, se não espalhar, nao presta." -- D. Maria

Já escreveram que pra entender basta um tapa num cigarro, uma descida ao
porão. Uma caminhada por qualquer caminho ou um carinho qualquer. Enfim,
para aqueles que quiserem entender a "nova internet" e o impacto que ela

Experiências, Estratégias Metodológicas e Análises do Projeto Conhecimentos Tradicionais

EXPERIÊNCIAS, ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS E ANÁLISES
DO PROJETO CONHECIMENTOS TRADICIONAIS

Carolina Martins Pinheiro

O projeto: contexto e objetivos

O projeto Conhecimentos Tradicionais e Novas Tecnologias tem como objetivo
identificar formas alternativas de salvaguarda jurídica às criações intelectuais
coletivas e aos conhecimentos tradicionais, que não assumissem como propósito
necessário a privatização do bem que se deseja tutelar. O contexto do projeto se insere
em uma maior afirmação dos povos indígenas por meio da utilização de novas