"Hoje em dia não temos mais o cantinho da fogueira na maloca para contar história. O tempo tá passando e a gente tem que lidar com esse tempo." Moisés Baniwa
Maloca de Itacoatiara Mirim
Foto: Rogério Assis/Revista Pororoca
Pessoas que irão participar da Oficina de Conhecimentos Tradicionais e Encontro de Culturas em São Gabriel da Cachoeira – 23 a 27/03/2009
1. Baiawi/Iauaretê
2. 1 velho Tukano do médio tiquié - Aeity
3. Adeilson Lopes da Silva - Isa
4. Adriano de Jesus - Maloca Koivathe/IPHAN
5. Alberto de Lima “Briga” - Uapui/Aiari
6. Aloisio Cabalzar - Isa
7. Alôncio Garcia - ABRIC/Pesquisa Pimenta
8. Ana Gita - Iphan
9. André Fernando - Baniwa
10. Andre Martini - Isa
11. Andreza Andrade - Isa
12. Baniwa de Itacoatiara-mirim
13. Camila - Isa
14. Cleonice Apolinário - EIBC/ Pamali
São Gabriel da Cachoeira irá sediar o primeiro encontro de culturas entre alguns povos indígenas do Rio Negro e Rio Xingu. Este evento acontecerá entre os dias 25 e 27 de março e participarão os povos Tuyuka, Baniwa, Kotiria, Tariano, Desano, Tukano do Rio Negro, e os povos Yudja e Ikpeng do Xingu.
Estes povos possuem projetos de registro das suas próprias culturas, nas quais utilizam instrumentos tecnológicos de outros povos para o registro de aspectos importantes de suas culturas.
DIA 13 – terceiro dia da Oficina
Após as apresentações sobre a evolução da tecnologia, internet e os kotiria na internet do dia anterior os participantes dividiram-se em 5 grupos para refletirem sobre duas questões:
1- Para que serve a internet?
2- O que vocês acharam do povo kotiria na internet?
3 - O que vocês acham de divulgar os dois projetos na internet?
Respostas dos grupos:
Grupo 1:
Dia 12 - Segundo dia Oficina
“Nós somos kotiria e não vamos deixar de ser por utilizar as tecnologias dos brancos” (Ediberto Teixeira)
Perguntas trabalhadas nos trabalhos em grupo:
1. Que tipos de conhecimentos são necessários para realizar esta atividade?
2. Quais desses conhecimentos poderão ser divulgados no livro, na fita K7, no CD e no DVD? E quais desses conhecimentos poderão ser guardados no banco de dados do Projeto de Documentação Lingüística?
No terceiro dia de oficina, as atividades foram retomadas na maloca de Itacoatiara-Mirim, com a apresentação dos três grupos formados para responder e discutir as seguintes perguntas relacionadas ao filme a ser produzido no âmbito do projeto Podáali:
1.O filme pode ser assistido?
2.Pode ser copiado?
3.Pode ser distribuído?
4.Outras pessoas podem ganhar dinheiro com o filme?
5.Outras pessoas podem criar nova obra a partir do filme?
A tarde do segundo dia foi dedicada a uma introdução aos direitos autorais. Pedro Paranaguá começou pelo conceito de propriedade para alcançar a noção de propriedade intelectual.
PROPRIEDADE
Com slides de cerca, animais e objetos variados, a explicação girou em torno de tudo o que pode ser materialmente apropriado pelo homem:
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